Você sabia que alguns especialistas dizem que o mouse foi fundamental para a explosão dos computadores nos anos 70 e 80?

Prova disso é que passado tanto tempo ele continua, mais ou menos, com o mesmo jeito!


A invenção do Mouse:

Douglas Engelbart, um dos pioneiros no estudo e desenvolvimento de produtos envolvendo computadores e seres humanos, apresentou o primeiro protótipo em 9 de dezembro de 1968. Na época, o dispositivo consistia em uma pequena caixa de madeira com apenas um botão.

O invento de Engelbart ficou sem muita utilização por um motivo simples: os computadores da época não tinham interfaces gráficas (janelas, popups etc) utilizando apenas textos sem cursores na tela.

No entanto, 15 anos depois, quando a Apple lançou o computador Macintosh que aliava as características do mouse com uma interface gráfica inovadora, o mouse mostrou seu valor.


Como funciona o mouse:

Hoje existem vários tipos e formatos de mouse. Basicamente ele precisa permitir a movimentação de um cursor e a execução de determinadas ações através de cliques, que são feitos por até três botões: direito, utilizado normalmente para abrir submenus e opções; esquerdo, que seleciona e abre itens; e centro (mouse Scroll), com a função de rolar a página e abrir links em uma nova guia ao navegar na internet.


Tipos de Mouse:

mouse esfera1. Mouse com esfera: É o mais comum, sendo também um dos mais vendidos. Uma bolinha de borracha semiembutida no corpo do mouse gira e faz o cursor se movimentar na tela. Dentro do mouse existem dois pequenos eixos (roletes) em contato com a esfera, um responsável pela função vertical e o outro pela horizontal.

Um dos principais problemas deste tipo de mouse é a sujeira. Todo mouse acumula pó e outros materiais em seu interior e as peças dos mouses com esfera podem ser danificadas de acordo com o tempo e a forma como ele é utilizado.





Mouse Óptico2. 
Mouse Óptico:
 Uma evolução do modelo anterior. Saem as esferas, entra um mecanismo óptico para orientar a movimentação do cursor na tela do computador. O sistema é composto, basicamente, por um LED emissor de luz vermelha e um sensor (geralmente, sensor CMOS, sigla de Complementary Metal Oxide Semiconductor, ou CCD, sigla de Charge Coupled Device).

A luz emitida bate na superfície de contato e volta para o mouse, onde é processada eletronicamente por um dispositivo chamado DSP (Digital Signal Processor). Este processo é retido milhares de vezes a uma velocidade altíssima e os sinais são enviados ao computador para o cursor ser orientado na tela. Neste caso, não há acúmulo de sujeira e a inexistência de peças móveis aumenta em muito sua durabilidade.



mouse laser


3. 
Mouse Laser: Esse tipo de mouse pode captar 20 vezes mais movimentos do que captado por um LED e funcionan em superfícies que um mouse óptico não iria funcionar, como por exemplo o vidro.








mouse sem fio


4. 
Mouse sem Fio: A maioria desses mouses sem fio funciona da Tecnologia de radiofrequência (RF). Eles necessitam de pilhas ou baterias. Operam com uma frequência de 2,4 GHz, permitindo que o computador reconheça os movimentos a uma distância de 10 metros.







mouse bluetooth

5. Mouse Bluetooth: A vantagem desse tipo de mouse comparado aos outros é que a transferência de dados é muito maior, melhorando a resposta do mouse e  evita qualquer atraso no cursor, com um consumo de energia bem menor.

 



Detalhes importantes na hora da compra:

Resolução: podemos definir a resolução do mouse como o menor movimento que ele consegue identificar. Resumindo, quanto maior a resolução do mouse, menor será o movimento que você precisa fazer para o cursor se movimentar na tela.

Conexões: hoje existem dois tipos de conexões básicas para mouses: o padrão PS2 e o USB. Ambos se equivalem em termos de custo-benefício e, no mercado, é muito comum encontrar adaptadores de PS2 para USB e vice-versa.


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